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Perdidos em People Analytics?

Atualizado: 18 de nov.

As empresas tradicionalmente balizam suas decisões em resultados relacionados às áreas de vendas, marketing ou indicadores de crescimento do negócio. Entretanto, as métricas que mais ganharam destaque, durante e após a pandemia, foram as de People Analytics – inclusive tendo sua importância reconhecida para o atingimento de metas.


Neste cenário, diversos indicadores de Gestão de Pessoas ganharam escala nas organizações e, com eles, vieram os seguintes questionamentos:


“- Dentre tantos People Analytics, quais devemos priorizar? Quais apoiam e são capazes de direcionar efetivamente nossas estratégias? Coletamos indicadores superficiais exaustivamente?”


Um excesso de indicadores sem direcionamento e assertividade têm se mostrado nocivos à experiência de colaboradores devido a:


📍 contínua busca por performance, mas sem gerar valor para colaboradores;

📍esquecimento da individualidade das pessoas, reduzindo-as em números;

📍sensação de insegurança e pouca privacidade por colaboradores diante do empregador;

📍coleta massiva das mesmas perguntas semanal ou mensalmente, sem impacto percebido.


Priorizar os indicadores corretamente é um dos maiores desafios que as organizações enfrentam hoje e isso ocorre pela associação de dois fatores:


1️⃣ a dificuldade de coletar dados de forma ágil, efetiva e acurada – com redução de vieses;


2️⃣ a ausência de uma cultura orientada a dados, que viabilize mensurar e debater o alcance das iniciativas/estratégias, redirecionando-as rapidamente.


É preciso ter em mente que People Analytics vão muito além de “medir e quantificar o desempenho dos colaboradores”. Com eles, é possível tomar melhores decisões , prever cenários ao identificar novas oportunidades, causas/soluções de problemas críticos, mapear sentimentos e percepções subjetivas das pessoas e medir os gaps entre resultados previstos x resultados.


Como ponto de partida, recomenda-se centralizar os esforços analisando o formato e a eficácia das atuais métricas implementadas na empresa - ou seja, validando se os questionários e seus indicadores de Gestão de Pessoas trazem impacto estratégico crucial.


Lembre-se que “menos é mais” e na jornada do colaborador isso é uma máxima a ser perseguida.


💭 Para refletir: Não esqueça que as pessoas são mais entregues e performáticas quando se sentem respeitadas e percebem que a organização valoriza quem elas realmente são.


Entre em contato com a #Kultua e saiba quais People Analytics e indicadores personalizados te auxiliarão estrategicamente a potencializar seus resultados a partir de uma melhor Gestão de Cultura & Mudança em sua empresa!

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